sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Fim da Jornada! (...de trabalho)

Quinta-feira, dia 01 de outubro terminamos a nossa missão aqui na Índia!

Esta ultima semana foi absolutamente insana pra mim. Trabalhei quase todos os dias até umas 2h da madrugada, acordando cedo, calor, mau humor... mas o resultado foi lindo!! Apresentamos o Plano Estrategico para a Indicorps e eles amaram!! Eu estava super preocupada, pq envolvia coisas que eu não via desde a época da faculdade, é bem crítico para eles e a diretoria toda fez Harvard. Ui. Mas a apresentação tava linda e eles amaram o conteúdo!!!

Ao mesmo tempo que a gente se sentiu com uma sensação ótima de dever cumprido, me senti já com muitas saudades de Ahmedabad. A cidade maluca, poluída, com transito absolutamente sem regras, mas que chamávamos de "casa" depois de passar dias em outros lugares e horas em aeroportos.

O programa Corporate Service Corps foi certamente uma das melhores experiências da minha vida. Em um mês, passamos por diversas situações em um curtíssimo espaço de tempo: prazo apertado para entregar projetos complexos, ficar longe de casa, num país de cultura totalmente diferente da sua, sem falar sua lingua (aqui praticamos inglês, hindi - hehe - e espanhol), quebra pau com colegas de trabalho, passar mal com comida, água, banheiro, não saber como se comportar (se aperta mão, se fala namastê, se abraça). Difícil. Porém, nas horas boas e ruins, você descobre como as pessoas são lindas, atenciosas, faz amizades que não quer largar de jeito nenhum, descobre como você pode melhorar a cada dia, vê que pode ajudar uma ONG que ajuda a tantas pessoas, recebe elogios de pessoas super competentes. É um bom aprendizado e estou muito mais feliz.
Depois de quase um mês, a saudade de casa aperta. Cheirinho de café, arroz com feijão, não precisar ficar arrumando mala. Ai, ai. O que nos ajudou aqui em Ahmedabad foi ter brasileiros. Não só pra falar português de vez em quando e compartilhar como muita coisa era estranha para a gente, mas para ver como brasileiro é talentoso, minha gente! Não ficamos atrás de europeu, americano, asiático, ninguém e muito pelo contrário!! Aqui os brazucas mandaram bem demais nos seus projetos deixando a gringaiada de queixo caído. Meus amigos brasileiros sao demais: Fábio, com seu astral, fofo, querido (sempre vou lembrar de vc batendo no meu vidro e pedindo dinheiro pra comida); Ligia, que é ligada no 220v, super inteligente e ligeira, tem que ser dona de agencia de viagens; Mauricio, que me deixa impressionada como tem uma alma boa, pessoa do bem, muito disposto a ouvir reclamações e ajudar a qualquer hora do dia. Obrigada, vocês fizeram a minha vivência na India muito mais especial.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

As favelas de Mumbai

Não foi à toa que "Slumdog Milionaire - Quem quer ser um milionário" foi filmado aqui. Mumbai é simplesmente inacreditável. Em todos os sentidos: bons e ruins. Ao chegarmos na maior cidade da Índia, o calor e a umidade são quase insuportáveis. A cidade fica a beira mar e é o ponto mais ocidental do país, cheia de contrastes. Muitos dos "pré-conceitos" que você pode ter sobre a India estão aqui, com certeza.


Percebe-se logo que o crescimento foi rápido demais e, portanto, absolutamente nada planejado. Lá está a maior favela da Índia - e quiçá do mundo - bem igual ao que vimos no filme. Casas sem banheiro, cubiculos divididos por famílias inteiras, lixo pelas ruas. Se eu reclamei do transito de Ahmedabad, faço aqui minhas desculpas. Enquanto levo 15 minutos para ir ao trabalho, eles levam de uma a duas horas por dia. A única semelhança é a falta de regras entre as faixas... rs.

Vimos a lavagem de roupa - só homens! - que mostram no filme. É gigante e com uma água bastante duvidosa (mas com bastante sabão, que mal tem?).
O que eu mais gostei em Mumbai? Os meus amigos de IBM que estão trabalhando lá (Fábio, Do-Yeon, Miguel, Sue, Clay, Ting), claro. Porém um ponto gostaria de ressaltar aos brasileiros que estão lendo este post: mesmo na miséria absoluta, você não vê meninos de rua assaltando e se sente até tranquila andando por uns becos bem errados. Tudo isso por um ponto que muitas vezes falta no Brasil: Princípios.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Aurangabad: Nome estranho, com gente IBMista

Final de semana pra mim é dia de rever os amigos. Meus novos amigos: Ligia, que é das antigas mas cada vez mais próxima; Mauricio, o japa brasileiro mais educado que eu já conheci;, Fabio (demais de fofo e querido); Do-Yeon, coreano que eu amei MUITO conhecer, Sam, nosso amigo canadense e que faz piadas dificeis; e Nadine, uma alemã de opinião.

Este finde não tivemos a presença do Manuel (Costa Rica) e do Miguel (Mexico), mas foi muito bom. Fomos para Aurangabad, perto de Mumbai, para visitar Ellora Caves e Ajanta Caves. Imaginem fazer uma caverna. Agora pensa que é em uma pedra inteira e não num buraco. Foi isso que eles fizeram séculos atrás. Patrimonio da Unesco, são templos onde os antigos monge/sacerdotes viviam depois de abandonar suas vidas "normais". Juro que fiquei boqueaberta com o que vi lá.



sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Navratri: nove dias de festa!

É festa em Ahmedabad! O Navratri é o festival mais importante de Ahmedabad. É uma celebração para a deusa Devi/Shakti por nove noites e dez dias. Navratri significa nove noites em sanscrito. As datas do festival são determinadas pelo calendar lunar e mudam a cada ano.
Este é um dos festivais mais celebrados entre o povo hindu. O estado de Gurujat é onde há mais festas típicas e a cidade mais famosa é..... Ahmedabad! Então fomos conferir um pouco esta semana. Arjun, nosso guia local, nos levou para um clube e vocês podem ver no video que eles sabem como dançar. A nós, estrangeiros nos resta aprender (poucos) passos de dança e ainda sim, fazer tudo errado! Destaque para a performance do Maurício no final do vídeo:
Só pessoas vestidas a carater podem entrar dentro da pista de dança. Lá vários jurados analisam seu talento (country, segundo o Fábio) para as premiações de roupa, dança e grupo. Todo o nosso grupo se vestiu de acordo com a ocasião!

Os meninos estão iguais ao Bahuan:












E as meninas já podem ler mãos nas ruas de São Paulo:


Quero andar no elefantinho!

Meus pais dizem que eu sempre fui uma criança calma e que raramente fazia pirraça. Dormia bem, comia de tudo e reclamava pouco. Só uma vez eu fiz um grande escandalo em um shopping - daqueles de berrar e se jogar no chão: por que eu queria andar no elefantinho....
Então este post é em homenagem a eles! Finalmente eu andei de elefante (ou seja, não vou mais fazer escandalo nenhum! hahahaha)!!


Deem uma olhada na sensação que é estar lá em cima. A nossa elefanta se chamava Nuri e foi a única a fazer uns sons estranhos e jogar água na gente:

Além disso, é possível ver alguns elefantes usados como meio de transporte em Ahmedabad. Outro dia, eu estava chegando no escritório da Indicorps para trabalhar e vi um elefante esperando abrir o sinal para pode cruzar a rua!!

Taj Mahal: experiência inesquecível.

A segunda viagem que fizemos foi maravilhosa! Final de semana passado, saimos de Ahmedabad e encontramos o time que está em Mumbai em Delhi. De lá fomos conhecer um pouco de Jaipur - é realmente são muitas cidades... hahah - e a tão esperada Agra. Quase todo time de Ahmedabad foi (eu, Ligia, Fabio, Nadine e Manuel) e encontramos mais 3 do time de Mumbai (Fabio, Miguel e Do-Yeon).
Há muito tempo eu tinha vontade de conhecer o Taj Mahal. Só não esperava que fosse ve-lo tão rápido. Ele seria a primeira atração a visitarmos, mas nosso roteiro mudou e ele acaou sendo o último. Tudo bem, valeu a pena esperar.
A nossa primeira parada foi Jaipur. Fomos visitar o Museu do Marajá e o observatório que ele construiu. Muito lindo. Incrível como a gente nao presta atenção na posição do sol, das estrelas e pudemos ver que com apenas pequenas marcas no chão dá pra ver os segundos passarem. De lá fomos para a Johri Road, onde fica um grande mercado - e onde a Glória Perez se inspirou para a cidade cenográfica de Caminho das Indias (ainda estamos no Projac, Mauro! hahaha) - mas que não tinha muitas lojas abertas. Muito da arquitetura de Jaipur tem influência árabe (aliás, na India toda...) e pode-se ver vários arabescos pela cidade.
A maior decepção foi ver o Hawa Jaipur, que parecia um palácio, mas nada mais era do que um observatório para as mulheres saberem o que estava se passando nas ruas (bando de fofoqueira...hahah) e é super pequeno. A gente bem esperava um grande castelo...
O Amber fort também foi maravilhoso. Localizado no topo de uma colina, tem uma visão para toda a cidade e seu interior é feito de pedras semipreciosas, ouro e pequenos espelhos aplicados em todas as pilastras. Vida de marajá era bem boa, meu povo...
Mas NADA de compara ao TAJ MAHAL. Logo na Entrada você já fica de boca aberta. E quanto mais perto você chega, mais lindo ele fica. Mesmo. Se Shah Jaran quis construir um templo para mostrar o quanto ele amava sua esposa (o Taj Mahal é onde estão os corpos dos dois), realmente o amor deles era bonito demais.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Modernidade e Tradição na Índia

Um agricultor vive em uma cidade bem pequena, onde quase não há água, mas que tem telefone celular e aulas de informática. A India é um lugar de contradiçoes. Onde a modernidade vive muito bem - obrigada - com uma sociedade familiar, rigorosa, onde as mulheres se vestem da mesma maneira há séculos - vimos uns quadros do séculos 17 e 18, onde elas usam sáris iguais aos de hoje.

Quando visitamos Mysore, vimos como as pessoas fazem oferendas aos deuses e recebem benção de monges nas ruas:


E depois fomos em uma balada em Mysore!

Trabalho na India

Sete horas da manhã na Índia e me preparo para ir trabalhar. Acostumada a vestir algo formal, camisa, calça blusa. Mas aqui é diferente. A ONG que atendemos - a Indicorps - é bem diferente das outras que as demais duplas trabalham. Eu estou trabalhando de havaianas, saia indiana e e blusa larguinha (bem distante da nossa realidade do CENU.. hahaha). Tudo de chiffon ou seda.
Aqui é muito quente e venta muito pouco. Então a gente passa o dia bem suado (desculpem, mas é a verdade) e já lavei várias mudas de roupa no hotel.
A Primeira (e última vez) que usamos terninho foi na semana passada quando tivemos o evento da IBM com clientes e as ONGS.

Estes são nos nossos clientes da Indicorps!! A Roopal Shah, a diretora da ONG, é extremamente simpática e muuuito inteligente. Veio de Harvard, minha gente! Na foto estão, a Lila, minha parceira irlandesa - e grávida -, Roopal, Laksmi e Terry, da Indicorps!!

l

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Viagens: Mysore e Bangalore!

Temos 17 dias úteis de trabalho na India. Para fazer um planejamento estratégico e um novo programa - que é o nosso escopo de trabalho aqui - é pouquissímo tempo. Mas a gente tb é filho de Deus!!
Então temos aproveitado o máximo e viajar todos os finais de semana. No primeiro, fomos para Mysore e Bangalore.
Mysore é linda e é onde fica o maior palácio da India. É bem novo - foi destruído e reconstruído no século passado. Bangalore é uma cidade mais moderna onde existem 14 IBMs!
Fomos só os brasileiros para essa viagem: Eu, Ligia e Mauricio, do time de Ahmedabad e o Fábio, do time de Mumbai.

Finalmente uma viagem tipicamente Caminho das Índias: na India, mas em Portugues!!





terça-feira, 15 de setembro de 2009

Atendendo a pedidos


Quem quer ser um milionário?

Você sabe a resposta?

Será que ele está certo???


Quem souber a resposta correta ganha um sari e uma viagem de camelo na Caxemira! Mande seus lances!

Indicorps

Estes últimos dias tem sido bem corridos. Estamos trabalhando em um Plano Estratégico e um programa de relacionamento com alumnis - antigos participantes do programa de Fellowship - para a Indicorps, a ONG para qual estamos trabalhando.
O programa de Fellowship da Indicorps é a principal atividade deles. O objetivo é trazer indianos, e descendentes de indianos, para a colaborarem para o progresso do país. Eles tem um processo de seleção super rigoroso para buscar pessoas que estejam bem capacitadas e envolvidas com o país.


A maioria dos participantes do programa vem para a India conhecer mais sobre o desenvolvimento do país, cultura, hábitos. Isso por que muitos são descendentes de indianos e conhecem os costumes, mas sem viver aqui não é possível entender como ajudar no progresso deles. Então essas pessoas passam um ano em pequenas vilas, essencialmente rurais, fazendo trabalhos iguais ao de qualquer pessoa que viva lá: carregar água do poço, limpar a casa, fazer comida, ajudar na con'strução. Segundo a Indicorps, cerca de 540 milhões de pessoas vivem nessa situação. Veja bem: é quase três vezes o numero de pessoas do Brasil, que vivem em pequenas vilas, que têm grande deficiencia de água e esgoto. É muita gente. E pra entender a India, é preciso ver de perto.
Fomos conhecer uma vila rural perto de Ahmedabad. Lá vimos os dalits - os intocáveis - que são super simpáticos e adoram tirar fotos:


Também visitamos as escolas e ficamos na casa do líder da comunidade. Eu só não dormi lá pq a situação gástrica não me favorecia:
Vejam mais fotos no meu facebook:

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Mocktails

Olhando a foto aí ao lado você pensa "bom, a Lu Machado tá aproveitando para tomar um drinks de vez em quando". Biiiii. Errou.
Ahmedabad é um "dry state", ou seja, estado em que vigora a lei seca. O dia todo. A noite toda. Dirigindo ou a pé. Então vc pensou "ih, a Lu tá lascada, nem sei o que é ficar sem uma cervejinha num dia quente". Pois é.
Com um calor de 40 graus, abafado, úmido (meu cabelo tá uma desgraça, by the way), faz falta dar um relaxada no final do dia. Mas dá pra dar alguns jeitos:
- Ou você toma um dos drinks acima, que eles chamam de Mocktails - mock em inglês quer dizer imitação, falso - que não tem uma gota de água e parece suquinho colorido gelado;
- Ou você pede uma licença para comprar bebidas, válida somente para estrangeiros, e fica fichado no estado como bebum;
- Ou você vai para outro estado da Índia;
- Ou.... você faz um festinha no conference room do hotel com cerveja comprada com a licença alheia!
Cheers mate!

Ahmedabad

Provavelmente você já escutou sobre Délhi, Mumbai (ou Bombaim), Bangalore ou até Agra. Mas toda vez que eu comentava com alguém que vinha para Ahmedabad a reação era "Ahhh, não conheço".. Tudo bem.

A cidade está crescendo e, pelo que me disseram, tende a ser uma capital econômica da Índia como Mumbai. Já é a sexta maior cidade do país. Foi justamente por isso que a cidade foi escolhida. Com um crescimento acelerado, tem muitas questões de infra-estrutura a serem resolvidas e existem diversas ONGs aqui.
Culturalmente, a cidade tem muitos muçulmanos convivendo com hindus. As mulheres andam com trajes típicos (saris, etc) e a maioria é homem. Agora, mesmo sendo muito conservadores em relação a religião e vestimenta os indianos são suuuper simpáticos. Eles fazem questão que você tire fotos deles e com eles ou entrem na sua casa para te dar um docinho.. ou uma banana!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Masala

Guerra conta a masala! Estamos aqui há poucos dias e ainda não conseguimos nos acostumar com os temperos. Todo restaurante que vamos a pergunta é a mesma: "no spicy?". Mas esquece, sempre vem suuuuper condimentada.
Não é que eles encham a comida de pimenta. Eles colocam todo o tipo de condimento que vc possa imaginar: curry, (MUITA) pimenta do reino, gengibre, cominho, erva doce à vontade... e a famosa "masala". Masala (em hindi: गरम मसाला. Hindi é a lingua local, hindu é o praticante do hinduismo) é um termo genérico originalmente utilizado na culinária indiana para descrever a mistura de duas ou mais ervas, especiarias e aromatizantes especias, geralmente fritos por poucos segundos em ghee (manteiga clarificada) para realçar seu aroma. Alguns exemplos de ingredientes utilizados são anis, cardamomo, pimenta-do-reino, canela, cravo, noz moscada, gengibre, e várias outras.

Então, Masala para a gente significa apimentado. Depois que descobrimos, o grupo todo fica reparando se a comida tem algum pontinho vermelho de masala na comida e sempre pedimos as comidas que não se chamam masala. Acreditem, tem chá de masala e refrigerante de masala. Além de salgadinho de masala, etc etc.

O time India 2 em suas aventuras gastronomicas:

Animais nas Ruas!

É tudo verdade. A vaca para o trânsito, anda no meio da rua sem ninguém fazer nada - e ainda desviam dela - os cachorros são bem sadios, cabritos, esquilos. Tudo no meio de uma cidade bem grande (Ahmedabad tem aproximadamente 6 milhões de habitantes). E vejam que parou para tirar uma foto:

sábado, 5 de setembro de 2009

Trânsito louco!

Andar de Rickshaw (tuk tuk) é uma aventura sem igual!
Dá uma olhada como é andar numa motocicleta de 3 rodas (ou seja, totalmente instável), sem cinto de segurança, em uma cidade que não tem muitos faróis. E os que têm, ninguém para.
Confesso que dá um friozinho na barriga, ainda mais quando não se tem ideia do que o motorista está dizendo! hahahahaha

Primeira Parada: Dubai

Saímos do Brasil na quinta-feira à noite no voo da Emirates. Todo mundo tinha falado tanto dessa companhia, que estavamos bem curiosos. Logo na chegada, as aeromoças com trajes típicos se destacam e eu, Maurício e Lígia - meus companheiros brasileiros em Ahmedabad - achamos o serviço bem superior ao que já encontramos por aí.

Acho que a passagem por Dubai serviu para reforçar a diferença cultural que encontramos na Índia. Não chegamos a visitar a cidade, mas só a diferença dos aeroportos foi gigantesca. Deem uma olhada nas fotos: